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terça-feira, 2 de agosto de 2011


Leio, escrevo, escreves, escrevemos, lemos. É dedicação que vez em quando cansa, mas evita que transbordem rios. Em palavras simples, em amontoados de sentimentalidades, despejamos centenas de sensações que enlouquecem. Desde como gostamos do frio ou dos dias de sol, desde acontecimentos mundiais em encontro com as tristezas, ficção cientifica, auto-ajuda, prêmio Nobel, desde a perca ao re-encontro, desde o esquecimento ao amor. E guardamos minutos inteiros em nossos dias de frequente agitação para nos esvaziarmos, ou nos inspirarmos ainda mais. Escrever, ler, descrever, versificar… Para alguns é hobbie, para mim é necessidade.

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